Voleibol
História
O voleibol foi inventado em 9 de Fevereiro de 1895 por William George Morgan nos Estados Unidos da América. O objetivo de Morgan, que trabalhava na ACM de Holyoke no Massachusetts, era criar um desporto de equipes sem contato físico entre os adversários de modo a minimizar os riscos de lesão. Inicialmente... o desporto jogava-se com uma câmara da bola de basquetebol e foi chamado Mintonette, mas rapidamente ganhou popularidade com o nome de volleyball.Em 1947 foi fundada a Fédération Internationale de Volleyball (FIVB). Dois anos mais tarde, foi realizado o primeiro Campeonato Mundial da modalidade, apenas para homens; em 1952, o evento foi extendido também ao voleibol feminino. Em 1964 o voleibol passou a fazer parte do programa dos Jogos Olímpicos, tendo-se mantido até à atualidade.Recentemente, o voleibol de praia, uma modalidade derivada do voleibol, tem obtido grande sucesso em diversos países, nomeadamente no Brasil e nos EUA.Nos desportos coletivos, a primeira medalha de ouro olímpica conquistada por um país lusófono foi obtida pela equipe masculina de voleibol do Brasil nos jogos de 1992. A proeza se repetiu em 2004.
Regras
:: Regras Oficiais em Português
:: Regras Oficiais em Inglês e Francês (Fonte FIVB)
:: Novas
Regras de Vôlei de Praia 2008
Equipamento
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As partidas de voleibol são confrontos envolvendo duas equipes disputados em ginásio coberto. A quadra mede 18 metros de comprimento por 9 de largura, e é dividido por uma linha central em dois quadrados com lados de nove metros que constituem as quadras de cada time. O objetivo principal é conquistar pontos fazendo a bola encostar na quadra adversária ou sair para fora da área de jogo após ter sido tocada por um oponente.Acima da linha central, é postada uma rede de material sintético a uma altura de 2,43m para homens ou 2,24m para mulheres (no caso de competições juvenis, infanto-juvenis e mirins, as alturas são diferentes). Cada quadra é por sua vez dividida em duas áreas de tamanhos diferentes (usualmente denominadas "rede" e "fundo") por uma linha que se localiza, em cada lado, a três metros da rede ("linha de 3 metros").No voleibol, todas as linhas delimitadoras são consideradas parte integrante da quadra. Deste modo, uma bola que toca a linha é considerada "dentro" (válida), e não "fora" (inválida). Acima da quadra, o espaço aéreo é delimitado no sentido lateral por duas antenas postadas em cada uma das extremidades da rede. No sentido vertical, os únicos limites são as estruturas físicas do ginásio. A bola empregada nas partidas de voleibol é composta de couro ou couro sintético e mede aproximadamente 65cm de perímetro. Ela pesa em torno de 270g e deve ser inflada com ar comprimido a uma pressão de 0,30 kg/cm². |
Estrutura
Ao contrário de muitos esportes coletivos, tais como o futebol ou o basquete, o voleibol é jogado por pontos, e não por tempo. Cada partida é dividida em sets que terminam quando uma das duas equipes conquista 25 pontos. Deve haver também uma diferença de no mínimo dois pontos com relação ao placar do adversário - caso contrário, a disputa prossegue até que tal diferença seja atingida. O vencedor será aquele que conquistar primeiramente três sets.
Como o jogo termina quando um time completa três sets vencidos, cada partida de voleibol dura no máximo cinco sets. Se isto ocorrer, o último recebe o nome de tie-break e termina quando um dos times atinge a marca de 15, e não 25 pontos. Como no caso dos demais, também é necessária uma diferença de dois pontos com relação ao placar do adversário.
Os seis jogadores de cada equipe são dispostos na quadra do seguinte modo. No sentido do comprimento, três estão mais próximos da rede, e três mais próximos do fundo; e, no sentido da largura, dois estão mais próximos da lateral esquerda; dois , do centro da quadra; e dois, da lateral direita. Estas posições são identificadas por números: com o observador postado frente à rede, aquela que se localiza no fundo à direita recebe o número 1, e as outras seguem-se em ordem crescente conforme o sentido anti-horário. |
O Jogo
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No início de cada set, o jogador que ocupa a posição 1 realiza o saque, i.e., acerta a bola com a mão tencionando fazê-la atravessar o espaço aéreo delimitado pelas duas antenas e aterrissar na quadra adversária. Os oponentes devem então fazer a bola retornar tocando-a no máximo três vezes, e evitando que o mesmo jogador toque-a por duas vezes consecutivas. O primeiro contato com a bola após o saque é denominado recepção ou passe, e seu objetivo primordial é evitar que ela atinja uma área válida do campo. Segue-se então usualmente o levantamento, que procura colocar a bola no ar de modo a permitir que um terceiro jogador realize o ataque, ou seja, acerte-a de forma a fazê-la aterrissar na quadra adversária, conquistando deste modo o ponto. No momento em que o time adversário vai atacar, os jogadores que ocupam as posições 2, 3 e 4 podem saltar e estender os braços, numa tentativa de impedir ou dificultar a passagem da bola por sobre a rede. Este movimento é denominado bloqueio, e não é permitido para os outros três atletas que compõem o restante da equipe.
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Em termos técnicos, os jogadores que ocupam as posições 1, 5 e 6 só podem acertar a bola acima da altura da rede em direção à quadra adversária se estiverem no "fundo" de sua própria quadra. Por esta razão, não só o bloqueio torna-se impossível, como restrições adicionais se aplicam ao ataque. Para atacar do fundo, o atleta deve saltar sem tocar com os pés na linha de três metros ou na área por ela delimitada; o contato posterior com a bola, contudo, pode ocorrer no espaço aéreo frontal. Após o ataque adversário, o time procura interceptar a trajetória da bola com os braços ou com outras partes do corpo para evitar que ela aterrise na quadra. Se obtém sucesso, diz-se que foi feita uma defesa, e seguem-se novos levantamento e ataque. O jogo continua até que uma das equipes cometa um erro ou consiga fazer a bola tocar o campo do lado oponente.
Se o time que conquistou o ponto não foi o mesmo que havia sacado, os jogadores devem deslocar-se em sentido horário, passando a ocupar a próxima posição de número inferior à sua na quadra (ou a posição 6, no caso do atleta que ocupava a posição 1). Este movimento é denominado rodizio. |
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Líbero
O líbero é um
atleta especializado nos fundamentos que são realizados
com mais freqüência no fundo da quadra, isto é,
recepção e defesa. Esta função
foi introduzida pela FIVB em 1998, com o propósito
de permitir disputas mais longas de pontos e tornar o jogo
deste modo mais atraente para o público. Um conjunto
específico de regras se aplica exclusivamente a este
jogador.O líbero deve utilizar
uniforme diferente dos demais, não pode ser capitão
do time, nem atacar, bloquear ou sacar. Quando a bola não
está em jogo, ele pode trocar de lugar com qualquer
outro jogador sem notificação prévia
aos árbitros, e suas substituições não
contam para o limite que é concedido por set a cada
técnico.Por fim, o líbero só
pode realizar levantamentos de toque do fundo da quadra. Caso
esteja pisando sobre a linha de três metros ou sobre
a área por ela delimitada, deverá executar somente
levantamentos de manchete, pois se o fizer de toque por cima
(pontas dos dedos) o ataque deverá ser executado com
a bola abaixo do bordo superior da rede.
Pontos
Existem basicamente duas formas
de marcar pontos no voleibol. A primeira consiste em fazer
a bola aterrisar sobre a quadra adversária como resultado
de um ataque, de um bloqueio bem sucedido ou, mais raramente,
de um saque que não foi corretamente recebido. A segunda
ocorre quando o time adversário comete um erro ou uma
falta.Diversas situações
são consideradas erros: * A bola toca em qualquer
lugar exceto em um dos doze atletas que estão em quadra,
na rede ou no campo válido de jogo ("bola fora").
* O jogador toca consecutivamente duas vezes na bola ("dois
toques").1
* O jogador empurra a bola, ao invés de acertá-la.
Este movimento é denominado "carregar".
* A bola é tocada mais de três vezes antes de
retornar para o campo adversário.2
* A bola toca a antena, ou passa sobre ou por fora da antena
em direção à quadra adversária.
* O jogador encosta na rede com qualquer parte do corpo exceto
os cabelos.
* Um jogador que está no fundo da quadra realiza um
bloqueio.
* Um jogador que está no fundo da quadra pisa na linha
de três metros ou na área frontal antes de fazer
contato com a bola acima do bordo superior da rede ("invasão
do fundo").
* Postado dentro da zona de ataque da quadra ou tocando a
linha de três metros, o líbero realiza um levantamento
de toque que é posteriormente atacado acima da altura
da rede.
* O jogador bloqueia o saque adversário.
* O jogador está fora de posição no momento
do saque.
* O jogador saca quando não está na posição
1.
* O jogador toca a bola no espaço aéreo acima
da quadra adversária em uma situação
que não se configura como um bloqueio ("invasão
por cima").
* O jogador toca a quadra adversária por baixo da rede
com qualquer parte do corpo exceto as mãos ou os pés
("invasão por baixo").3
* O jogador leva mais de oito segundos para sacar
* No momento do saque, o jogador pisa na linha de fundo ou
na quadra antes de fazer contato com a bola
* No momento do saque, os jogadores que estão na rede
pulam e/ou erguem os braços, com o intuito de esconder
a trajetória da bola dos adversários. Esta falta
é denominada barreira/screening1 Os "dois toques"
são permitidos no primeiro contato do time com a bola,
desde que ocorram em um "toque consecutivo" - a
interpretação do que é ou não
"toque
consecutivo"
fica a cargo do árbitro.2 A não ser no bloqueio.
O toque da bola no bloqueio não é contado.3 A invasão por baixo
de mãos e pés é permitida apenas se uma
parte dos membros permanecer em contato ou tiver peojeção
com a linha central.
Fundamentos
Um time que deseja competir
em nível internacional precisa dominar um conjunto
de seis habilidades básicas, denominadas usualmente
sob a rubrica "fundamentos". Elas são: saque,
passe, levantamento, ataque, bloqueio e defesa. A cada um
destes fundamentos compreende um certo número de habilidades
e técnicas que foram introduzidas ao longo da história
do voleibol e são hoje consideradas prática
comum no esporte.O saque ou serviço
marca o início de uma disputa de pontos no voleibol.
Um jogador posta-se atrás da linha de fundo de sua
quadra, estende o braço e acerta a bola, de forma a
fazê-la atravessar o espaço aéreo acima
da rede delimitado pelas antenas e aterrisar na quadra adversária.
Seu principal objetivo consiste em dificultar a recepção
de seu oponente controlando a aceleração e a
trajetória da bola.Um saque que não consegue
ser corretamente recebido - seja porque a bola aterrissa diretamente
sobre a quadra, seja porque sai para fora da área de
jogo após ser tocada pelo adversário - é
denominado em voleibol "ace", assim como em outros
esportes tais como o tênis.No voleibol contemporâneo,
foram desenvolvidos muitos tipos diferentes de saques: * Saque por baixo ou por
cima: indica a forma como o saque é realizado, ou seja,
se o jogador acerta a bola por baixo, no nível da cintura,
ou primeiro lança-a no ar para depois acertá-la
acima do nível do ombro. A recepção do
saque por baixo é usualmente considerada muito fácil,
e por esta razão esta técnica não é
mais utilizada em competições de alto nível.
* Jornada nas Estrelas: um tipo específico de saque
por baixo, em que a bola é acertada de forma a atingir
grandes alturas (em torno 25 metros). O aumento no raio da
parábola descrito pela trajetória faz com que
a bola desça quase em linha reta, e em velocidades
da ordem de 70km/h. Popularizado na década de 1980
pela equipe brasileira, especialmente pelo ex-jogador Bernard
Rajzman, ele hoje é considerado ultrapassado, e já
não é mais empregado em competições
internacionais.
* Saque com efeito: denominado em inglês "spin
serve", trata-se de um saque em que a bola ganha velocidade
ao longo da trajetória, ao invés de perdê-la,
graças a um efeito produzido dobrando-se o pulso no
momento do contato.
* Saque flutuante ou Saque sem peso: saque em que a bola é
tocada apenas de leve no momento de contato, o que faz com
que ela perca velocidade repentinamente e sua trajetória
se torne imprevisível.
* Viagem ao Fundo do Mar: saque em que o jogador lança
a bola, faz a aproximação em passadas como no
momento do ataque, e acerta-a com força em direção
à quadra adversária. Supõe-se que este
saque já existisse desde a década de 1960, e
tenha chegado ao Brasil pelas mãos do jogador Feitosa.
De todo modo, ele só se tornou popular a partir da
segunda metade dos anos 80.
* Saque oriental: o jogador posta-se na linha de fundo de
perfil para a quadra, lança a bola no ar e acerta-a
com um movimento circular do braço oposto. O nome deste
saque provém do fato de que seu uso contemporâneo
restringe-se a algumas equipes de voleibol feminino da Ásia.
Passe
Também chamado recepção,
o passe é o primeiro contato com a bola por parte do
time que não está sacando e consiste, em última
análise, em tentiva de evitar que a bola toque a sua
quadra, o que permitiria que o adversário marcasse
um ponto. Além disso, o principal objetivo deste fundamento
é controlar a bola de forma a fazê-la chegar
rapidamente e em boas condições nas mãos
do levantador, para que este seja capaz de preparar uma jogada
ofensiva.O fundamento passe envolve
basicamente duas técnicas específicas: a "manchete",
em que o jogador empurra a bola com a parte interna dos braços
esticados, usualmente com as pernas flexionadas e abaixo da
linha da cintura; e o "toque", em que a bola é
manipulada com as pontas dos dedos acima da cabeça.Quando, por uma falha de passe,
a bola não permanece na quadra do jogador que está
na recepção, mas atravessa por cima da rede
em direção à quadra da equipe adversária,
diz-se que esta recebeu uma "bola de graça".
Levantamento
O levantamento é normalmente
o segundo contato de um time com a bola. Seu principal objetivo
consiste em posicioná-la de forma a permitir uma ação
ofensiva por parte da equipe, ou seja, um ataque.A exemplo do passe, pode-se
distinguir o levantamento pelo forma como o jogador executa
o movimento, ou seja, como "levantamento de toque"
e "levantamento de manchete". Como o primeiro usualmente
permite um controle maior, o segundo só é utilizado
quando o passe está tão baixo que não
permite manipular a bola com as pontas dos dedos, ou no voleibol
de praia, em que as regras são mais restritas no que
diz respeito à infração de "carregar".Também costuma-se utilizar
o termo "levantamento de costas", em referência
à situação em que a bola é lançada
na direção oposta àquela para a qual
o levantador está olhando.Quando o jogador não
levanta a bola para ser atacada por um de seus companheiros
de equipe, mas decide lançá-la diretamente em
direção à quadra adversária numa
tentativa de conquistar o ponto rapidamente, diz-se que esta
é uma "bola de segunda".
Ataque
O ataque é, em geral,
o terceiro contato de um time com a bola. O objetivo deste
fundamento é fazer a bola aterrisar na quadra adversária,
conquistando deste modo o ponto em disputa. Para realizar
o ataque, o jogador dá uma série de passos contados
("passada"), salta e então projeta seu corpo
para a frente, transferindo deste modo seu peso para a bola
no momento do contato.O voleibol contemporâneo
envolve diversas técnicas individuais de ataque: * Ataque do fundo: ataque
realizado por um jogador que não se encontra na rede,
ou seja, por um jogador que não ocupa as posições
2-3-4. O atacante não pode pisar na linha de três
metros ou na parte frontal da quadra antes de tocar a bola,
embora seja permitido que ele aterrise nesta área após
o ataque.
* Diagonal ou Paralela: indica a direção da
trajetória da bola no ataque, em relação
às linhas laterais da quadra. Uma diagonal de ângulo
bastante pronunciado, com a bola aterrissando na zona frontal
da quadra adversária, é denominada "diagonal
curta".
* Cortada ou Remate: refere-se a um ataque em que a bola é
acertada com força, com o objetivo de fazê-la
aterrisar o mais rápido possível na quadra adversária.
Uma cortada pode atingir velocidades de aproximadamente 200km/h.
* Largada: refere-se a um ataque em que jogador não
acerta a bola com força, mas antes toca-a levemente,
procurando direcioná-la para uma região da quadra
adversária que não esteja bem coberta pela defesa.
* Explorar o bloqueio: refere-se a um ataque em que o jogador
não pretende fazer a bola tocar a quadra adversária,
mas antes atingir com ela o bloqueio oponente de modo a que
ela, posteriormente, aterisse em uma área fora de jogo.
* Ataque sem força: o jogador acerta a bola mas reduz
a força e conseqüentemente sua aceleração,
numa tentativa de confundir a defesa adversária.
* Bola de xeque: refere-se à cortada realizada por
um dos jogadores que está na rede quando a equipe recebe
uma "bola de graça" (ver passe, acima).
Bloqueio
O bloqueio refere-se às
ações executadas pelos jogadores que ocupam
a parte frontal da quadra (posições 2-3-4) e
que têm por objetivo impedir ou dificultar o ataque
da equipe adversária. Elas consistem, em geral, em
estender os braços acima do nível da rede com
o propósito de interceptar a trajetória ou diminuir
a velocidade de uma bola que foi cortada pelo oponente.Denomina-se "bloqueio
ofensivo" à situação em que os jogadores
têm por objetivo interceptar completamente o ataque,
fazendo a bola permanecer na quadra adversária. Para
isto, é necessário saltar, estender os braços
para dentro do espaço aéreo acima da quadra
adversária e manter as mãos viradas em torno
de 45-60° em direção ao punho. Um bloqueio
ofensivo especialmente bem executado, em que bola é
direcionada diretamente para baixo em uma trajetória
praticamente ortogonal em relação ao solo, é
denominado "toco".Um bloqueio é chamado,
entretanto, "defensivo" se tem por objetivo apenas
tocar a bola e deste modo diminuir a sua velocidade, de modo
a que ela possa ser melhor defendida pelos jogadores que se
situam no fundo da quadra. Para a execução do
bloqueio defensivo, o jogador reduz o ângulo de penetração
dos braços na quadra adversária, e procura manter
as palmas das mãos voltadas em direção
à sua própria quadra.O bloqueio também é
classificado, de acordo com o número de jogadores envolvidos,
em "simples", "duplo" e "triplo".
Defesa
A defesa consiste em um conjunto
de técnicas que têm por objetivo evitar que a
bola toque a quadra após o ataque adversário.
Além da manchete e do toque, já discutidos nas
seções relacionadas ao passe e ao levantamento,
algumas das ações específicas que se
aplicam a este fundamento são:
* Peixinho: o jogador atira-se
no ar, como se estivesse mergulhando, para interceptar uma
bola, e termina o movimento sob o próprio abdômen.
* Rolamento: o jogador rola lateralmente sobre o próprio
corpo após ter feito contato com a bola. Esta técnica
é utilizada, especialmente, para mininizar a possibilidade
de contusões após a queda que é resultado
da força com que uma bola fora cortada pelo adversário.
* Martelo/manchete invertida: o jogador acerta a bola com
as duas mãos fechadas sobre si mesmas, como numa oração.
Este técnica é empregada, especialmente, para
interceptar a trajetória de bolas que se encontram
a uma altura que não permite o emprego da manchete,
mas para as quais o uso do toque não é adequado,
pois a velocidade é grande demais para a correta manipulação
com as pontas dos dedos.